29 de mai. de 2012

Amour leva Palma de Ouro 2012 em Cannes


O filme "Amour", com direção do austríaco Michael Haneke (foto acima com troféu), levou a Palma de Ouro 2012 no Festival de Cannes que chegou ao fim neste domingo, 27, na França. A 65ª edição do Festival de Cinema de Cannes teve cerimônia de premiação realizada no Teatro Lumière do Palácio de Festivais de Cannes, com a presença de estrelas de Hollywood. A Palma de Ouro é de "Amour"!
O longa-metragem emocionou o público do Festival. A obra conta a história de um casal de idosos, onde a mulher está entre a vida e a morte. "Amour" contou com atuações impecáveis de Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva. Vale lembrar que o diretor Michael Haneke já foi premiado com a Palma de Ouro em Cannes com o longa-metragem "A Fita Branca", em 2009. O troféu de 2012 é a consagração total do diretor! 

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27 de mai. de 2012

Lançamento de E.T. completa 30 anos!


Lançado em 1982, a grande obra do diretor Steven Spielberg, “E.T. – O Extraterrestre” marcou a história do cinema por ser uma ficção científica diferenciada. Primeiro, porque o E.T. da história não é apavorante – ao contrário, é inofensivo e adorável; segundo porque é um filme feito para toda a família. Junte esses elementos a uma direção genial de Spielberg e você tem um filme de ficção científica amado e inesquecível.

Spielberg teve a ideia do filme anos antes e a relatou à roteirista Melissa Mathison que, por sua vez, conseguiu construir uma história emocionante, que faz rir e chorar. Trata-se de uma aventura realmente empolgante, pois nos envolve rapidamente à história de Elliott (Henry Thomas), um garoto que encontra em um E.T., um verdadeiro amigo. O fato de o menino tratar o extraterrestre como um ser humano nos cativa até hoje.

Quem não se lembra do E.T. bebendo cerveja e vestindo-se com as roupas da pequena Gertie (Drew Barrymore)? A história prende cada vez mais quando a amizade dos dois vai sendo descoberta e, então, começa a correr perigo.

Todos concordam que é um filme repleto de momentos sentimentais. A trilha sonora de John Williams permanece na lembrança das pessoas. Quando você a ouve, memórias da sua infância surgem imediatamente. É um filme que vai além do objetivo de entreter, ele mexe com a imaginação de crianças e adultos, também!

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25 de mai. de 2012

50 anos da maior glória do cinema brasileiro

O único filme brasileiro a vencer a Palma de Ouro em Cannes, "O Pagador de Promessas" completa 50 anos de seu lançamento. Maior glória do cinema nacional, a obra dirigida por Ancelmo Duarte encantou o mundo em 1962 com sua história sobre intolerância religiosa. No ano seguinte, o longa concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro e perdeu para "Sempre aos Domingos", uma obra francesa. Os atores principais foram Leonardo Vilar e Glória Meneses. Leia a resenha e veja o trailer deste clássico aqui no Drops:
http://bit.ly/KEPoLF

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17 de mai. de 2012

Começa o Festival de Cannes


O Brasil é convidado de honra do Festival de Cannes deste ano, que começou nesta quarta-feira e segue até o dia 27 de maio. Apesar do tributo ao cinema nacional e de uma presença maior de obras latinas nesta edição, a 62ª edição do festival mantém a tendência dos últimos anos de predomínio de obras americanas na competição.

São seis produções dos Estados Unidos na disputa da Palma de Ouro. Entre elas o filme de abertura, Moonrise Kingdom, de Wes Anderson. Na Estrada, nova produção de Walter Salles, entra nessa briga por ser co-produção daquele país e ter como principal produtor o cineasta Francis Ford Coppola.

Há outros três diretores de longas americanos com boas perspectivas no festival: Lee Daniels, do premiado Preciosa - Uma História de Esperança, chega a Cannes com seu segundo filme, The Paperboy, estrelado por Nicole Kidman, Zac Efron e Matthew McConaughey. Jeff Nichols, celebrado em 2011 com o independente O Abrigo, exibirá The Mud, produção sob grande expectativa. O neo-zelandês Andrew Dominik apresentará Killing them Softly, seu terceiro longa-metragem, o segundo em parceria com o ator Brad Pitt. O diretor promete uma releitura dos filmes de máfia.

Casal Crepúsculo

Robert Pattinson e Kristen Stewart são dois novos astros a disputar atenção no tapete vermelho de Cannes este ano. E ambos estão em filmes muito bem cotados. Ela é protagonista de Na Estrada que relata uma viagem pelos Estados Unidos no fim dos anos 40, repleta de drogas, sexo, álcool. Pattinson estreia o aguardado Cosmópolis, do canadense David Cronenberg. Outro forte concorrente este ano, o longa de Cronenberg trata do universo financeiro de Nova York.

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30 de abr. de 2012

Cleópatra (1963)

A história de "Cleópatra", a antiga rainha egípcia, afetou o destino do mundo e está repleta de romance, aventura e tragédia. Cleópatra (Elizabeth Taylor) é uma mulher com uma ambição feroz para governar, através da união do Egito e do Império Romano. Ela é também inteligente e capaz de seduzir os poderosos Júlio César e Marco Antonio.


A história começa em 48 a.C., durante as guerras civis que derrubaram a antiga República Romana. Depois da vitória decisiva, o general Júlio César (Rex Harrison) vai para o Egito, a fim de capturar seu inimigo derrotado Pompeu que buscou refúgio.

O governo egípcio entrega a cabeça de Pompeu para César, mas este ato não agrada o general romano que decide punir os responsáveis com a morte e colocar Cleópatra, irmã do jovem rei Ptolomeu, no poder do Egito. A nova rainha usa seu charme e inteligência para trazer César a seu lado e dar-lhe um filho, mesmo ele sendo casado.
Os romanos sentem-se desconfortáveis com o bastardo que César teve e temem que sacrifique os ideais de democracia romana pelo despotismo egípcio. Um grupo de conspiradores mata César (na foto ao lado com Cleópatra) em pleno Fórum de Roma.

É criado um triunvirato de poder entre Marco Antonio (Richard Burton), Otavio (Roddy McDowall) e Lépido. Quando Lépido morre e Antonio é seduzido por Cleópatra, surge a oportunidade para Otavio governar o Império sozinho. Ele manipula o Senado a declarar guerra ao Egito e Antonio.

Hoje, este filme dirigido por Joseph L. Mankiewicz é lembrado por ter o segundo orçamento mais caro da história e por resgatar a 20th Century Fox da falência. O investimento dos produtores serviu para ter cenas espetaculares e atores de peso.

Apesar de seu enorme orçamento, a obra parece inacabada. O diretor planejava um filme de seis horas dividido em duas partes de três. Mas, os chefes do estúdio eram contra o que resultou na versão única de três horas (ampliado para quatro, em 1995, na edição especial).

Agora parece que são dois filmes de duas horas cada. A primeira parte é melhor, principalmente devido a César ser um protagonista muito mais intrigante do que Marco Antonio (na foto ao lado com Cleópatra). A segunda parte parece mais desorganizada na montagem das cenas.

No entanto, o pior problema do filme é o ritmo lento. A entrada triunfal de Cleópatra em Roma, por exemplo, demanda muito tempo o que cria uma pausa desnecessária na trama.


Cleópatra (Cleopatra, 1963)
Direção: Joseph L. Mankiewicz
Roteiro: Joseph L. Mankiewicz e Ranald McDougall
Elenco: Elizabeth Taylor, Rex Harrison, Richard Burton, Roddy McDowall, Martin Landau

Trailer em inglês:

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22 de abr. de 2012

O Pagador de Promessas (1962)

Diz a lenda que foi François Truffaut quem puxou o aplauso que garantiu a inesperada Palma de Ouro no Festival de Cannes para "O Pagador de Promessas". O fato é que o filme foi ovacionado e é fácil entender o motivo.

A obra do diretor Anselmo Duarte é empolgante e tem uma conclusão inesquecível: o povo unido vence qualquer barreira. E o filme resistiu muito bem ao tempo. Tecnicamente é perfeito no controle de figurantes e movimentos de câmera. Seu tema no conflito entre a religião organizada e a crendice popular é universal.

"O Pagador de Promessas" consegue manter a atualidade da força simbólica de suas cenas e é um retrato da riqueza cultural brasileira. Embora escrita há três décadas, a história de Dias Gomes para o teatro, fala de uma dinâmica social complexa que, muitas vezes, castiga o inocente até os limites da desesperança.

Zé do Burro (Leonardo Villar) é um pequeno proprietário rural que sai do campo carregando uma pesada cruz sobre os ombros por 42 quilômetros, rumo à cidade de Salvador. Diante do sofrimento de seu querido burro Nicolau, que fora atingido por um raio, Zé decide-se por recorrer a Iansã e promete a ela, em um terreiro de candomblé, levar uma cruz até o interior da Igreja de Santa Bárbara caso seu burro se recupere.

Iansã ou Santa Bárbara, para Zé, o nome tanto faz. O que importa é que Nicolau se recupere e a promessa seja cumprida. Porém, percorrer sete léguas, enfrentando chuva e sol, e ter a pele esfolada pela grande cruz se mostra o menor dos problemas do protagonista.

Ao chegar em Salvador, acompanhado pela esposa Rosa (Glória Menezes), se depara com a resistência do Padre Olavo (Dionízio Azevedo). O sacerdote não aceita que aquela promessa, feita a uma santa do candomblé, seja cumprida na sua igreja. Zé se instala diante da “casa de Deus” e teima em não sair até cumprir o prometido.

Além da Palma de Ouro, "O Pagador de Promessas" foi incluído entre os cinco finalistas que concorreram ao Oscar de filme estrangeiro e ganhou vários prêmios internacionais.

O Pagador de Promessas (1962)
Direção: Anselmo Duarte
Roteiro: Anselmo Duarte
Elenco: Leonardo Villar, Glória Menezes, Dionízio Azevedo, Geraldo Del-Rei, Othon Bastos, Norma Bengell

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19 de abr. de 2012

Movimentos do Cinema: Cinema Novo


A crítica questionava a dependência do mercado brasileiro aos filmes importados e a submissão do cineasta no Brasil à linguagem do cinema de Hollywood. Começou, então, a luta para que o cinema nacional se tornasse uma das expressões da cultura brasileira.

O movimento em prol de um cinema nacional ganhou força a partir do começo dos anos 60. O Cinema Novo, como todo movimento que propõe uma mudança e precisa conquistar seus espaços, tinha que definir os inimigos a combater. Seu alvo foi a chanchada.

Formava-se no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, uma geração de realizadores. Oriundo das universidades, esse grupo dedicou-se à crítica, à teoria e à produção de filmes. Desde o início percebeu-se em suas discussões uma vontade de fazer filmes sobre a realidade cultural brasileira. E Glauber Rocha disse a célebre frase que deu voz a esse movimento “Com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”.

Nesses anos eles conseguiram criar um movimento que contou com uma produção intelectual constante. Tiveram sucesso de crítica e conseguiram incluir a cinematografia brasileira entre as mais importantes do mundo. Laboratórios cinematográficos foram montados ou modernizados e formou-se uma mão de obra especializada, ainda que pequena.

Na primeira etapa do Cinema Novo, que vai até 1964, observamos os primeiros trabalhos dos diretores Cacá Diegues, Ruy Guerra, Paulo César Saraceni, Leon Hirszman, David Neves, Joaquim Pedro de Andrade, Luiz Carlos Barreto e Glauber Rocha. Entre outras produções dessa época podemos salientar os filmes “Vidas Secas” (1963), “Os Fuzis” (1963) e o prestigiado “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964).

O segundo período do Cinema Novo, que vai de 1964 a 1968, versa sobre o momento agitado de instalação da ditadura militar no Brasil. O discurso em favor da ordem social passou a figurar outro tipo de temática dentro do movimento. Entre outros filmes dessa época, se destacam: “O Desafio” (1965), “Terra em Transe” (1967) e “O Bravo Guerreiro” (1968).

Após esse período, a predominância do discurso político engajado perde sua força na produção do cinema novo. Essa nova mudança refletia a eficácia dos instrumentos de censura e repressão da ditadura militar. Nesse último período do Cinema Novo, que se estende de 1968 a 1972, temos um volume menor de produções, entre as quais se destaca o filme "Macunaíma" (1969).

Inspirado na obra homônima de Mário de Andrade, esse filme reconta a trajetória do festivo e sensual herói da literatura brasileira por meio das primorosas atuações de Grande Otelo e Paulo José. Mas o Cinema Novo ficaria marcado como um dos principais movimentos da história do cinema mundial.

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14 de abr. de 2012

Lawrence da Arábia (1962)

Fascinante do começo ao fim, com performances excelentes, o filme é um épico histórico. Talvez os contras sejam a falta de um romance (não existe personagem feminino) e a longa duração (3h42min), mas mesmo esses detalhes não tiram o brilho de "Lawrence da Arábia" que tem na fotografia seu forte com cenas de cair o queixo.

Lawrence (Peter O'Toole) é um oficial do exército britânico durante a 1ª Guerra Mundial. O filme começa em 1935, com a morte de Lawrence em um acidente de moto. O tempo, em seguida, volta 20 anos até o Cairo, onde ele está prestes a começar a maior aventura de sua vida.

Ele é enviado ao deserto para convencer o príncipe árabe Feisel (Alec Guiness) e outros líderes de tribos para apoiar os britânicos contra os turcos para que esses não tomassem o Canal de Suez. O que se segue é um relato de como Lawrence tornou-se uma figura central na tentativa de unificar as tribos árabes contra os turcos.

O filme explora a amizade de Lawrence com Sherif Ali (Omar Sharif), líder de uma tribo e Auda Abu Tayi (Anthony Quinn), líder de outra. Depois de ser capturado e torturado pelos turcos, ele volta para o deserto, mas, impulsionado por um desejo de vingança. As seqüências de combate são superficiais para focar na história do personagem. Sua missão final - a captura de Damasco - mostra o lado escuro de Lawrence.

Para David Lean, considerado como um dos mestres do cinema épico, esta obra representou o empreendimento mais ambicioso de uma carreira frutífera. "Lawrence da Arábia" foi a estrela da cerimônia do Oscar de 1963, levando para casa sete prêmios: Melhor Diretor, Filme, Fotografia, Direção de Arte, Som, Música e Edição. Restaurada em 1989, a versão hoje disponível mostra a história como Lean pretendia que fosse vista com 35 minutos a mais do que a original.

Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia, 1962)
Direção: David Lean
Roteiro: Robert Bolt e Michael Wilson
Elenco: Peter O’Toole, Omar Sharif, Anthony Quinn, Alec Guiness

Trailer moderno em inglês:

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11 de abr. de 2012

007 Contra o Satânico Dr. No (1962)

A lenda começa aqui. James Bond é um dos personagens mais marcantes do cinema e as razões para isso são muitas. Entre outras coisas, o agente secreto mais famoso do mundo é incrivelmente corajoso, forte, discreto, engenhoso, cortês, sedutor e impiedosamente hábil em seu trabalho. Em sua primeira aparição no cinema, em 1962, a franquia baseada na obra do escritor inglês Ian Fleming iniciou com Sean Conory no papel principal do agente James Bond. Se você é fã, deve ver como tudo começou.

O filme "007 contra o Satânico Dr. No" envolve mistério e suspense com um cenário tropical onde Bond se envolve em cenas de luta e perseguição de carro, além da imagem marcante de Honey Ryder (Ursula Andress) saindo do mar em um biquíni branco (foto ao lado). Esse filme marcaria o começo de uma saga que já tem mais de 20 títulos.

Nesta primeira história nos cinemas, 007 é enviado à Jamaica para investigar o desaparecimento de um agente secreto britânico. Lá, ele se junta ao agente da CIA Felix Leiter (Jack Lord) e pedem à um proprietário de um barco, Quarrel (John Kitzmiller), que os leve até a ilha onde vive Dr. Julius No (Joseph Wiseman), um estranho cientista com um plano maléfico de destruir o programa espacial dos Estados Unidos.

Bond boicota o lançamento dos foguetes sobrecarregando o reator nuclear e mata o Dr. Julius No. O agente secreto salva Honey e os dois escapam do local que acaba por explodir. O sucesso desse primeiro filme criou um assombroso número de fãs, e certos aspectos da franquia ficaram famosos para sempre, como a bebida favorita de Bond - vodka-martini; a famosa frase de apresentação - "Meu nome é Bond... James Bond"; as invenções e os carros.


007 Contra o Satânico Dr. No (Dr. No, 1962)
Direção: Terence Young
Roteiro: Richard Maibaum, Johanna Harwood e Berkely Mather
Elenco: Sean Conory, Ursula Andress, Joseph Wiseman, Jack Lord

Trailer em inglês:

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7 de abr. de 2012

Uma Mulher para Dois (1962)

Dirigido por François Truffaut, baseado no romance de Henri-Pierre Roché, "Uma Mulher para Dois" (Jules et Jim em francês) começa com um olhar na animada e picante Paris de 1912. E retrata as aventuras de seus dois protagonistas boêmios Jules (Oskar Werner) e Jim (Henri Serre). Eles são alegres e companheiros inseparáveis. Jules é alemão e Jim é francês.

Eles dividem seu tempo, as experiências e as mulheres. Então, Jules encontra uma mulher que ele não quer dividir, seu nome é Catherine (Jeanne Moreau). O filme narra cerca de 20 anos nas vidas de seus três personagens centrais, começando na era da La Belle Epoche, pouco antes da primeira guerra mundial começar, e terminando no início da década de 30.

Quando a 1ª Guerra começa, em 1914, Jules e Jim são convocados por lados opostos. Ao final da guerra, Jim vai visitar o casal de amigos que se mudou para a Alemanha e começa um caso com Catherine. Jules acaba aceitando esse triângulo amoroso por gostar muito de ambos.

Jeanne Moreau foi a escolha perfeita para Catherine: Ela faz o expectador entender que esta não é uma mulher comum que os homens adoram. É possivelmente o retrato mais completo de qualquer personagem feminino em toda Nouvelle Vague e que fez dela uma estrela internacional. A cena em que ela se veste de homem e corre junto com os dois é memorável. É um belo filme que deve ser assistido.

O diretor conta com o auxílio de muitas referências aos filmes antigos como fotografias, pinturas, romances, música e teatro. "Uma Mulher para Dois" é um filme bastante surpreendente, Truffaut concebeu um fragmento de cinema que é maravilhosamente sedutor e uma alegria para assistir.

Uma Mulher para Dois (Jules et Jim, 1962)
Direção: François Truffaut
Roteiro: François Truffaut
Elenco: Jeanne Moreau, Oskar Werner, Henri Serre

Trailer:

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2 de abr. de 2012

Os ´Jogos Vorazes´ começaram nos cinemas

O filme "Jogos Vorazes" é o novo fenômeno do cinema adaptado de um livro. Somente nos três primeiros dias em que esteve em exibição, arrecadou cerca de US$ 155 milhões nos EUA e mais US$ 60 milhões em outros 67 países. Mas a obra aponta para um novo público frequentador de cinema. Assim como aconteceu com a Saga Crepúsculo, sai de cena a plateia masculina e entra no palco a estéricas meninas adolescentes fãs de um romance entre jovens nas telonas.

Na história, num futuro caótico meninos e meninas entre 12 e 18 anos são obrigados a lutar no meio de uma selva até a morte num jogo como Big Brother. Antes de serem lançados uns contra os outros, estes jovens recebem treinamento de sobrevivência e combate. Mas, por que "Jogos Vorazes" é um fenômeno? Esta é a pergunta que todos fazem no momento. E não faltam tentativas para explicação. Mas antes de tentar fazer você entender, veja um trailer do filme:

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Comédia de Adam Sandler bate recorde de prêmios do Framboesa de Ouro

A edição 32 do Framboesas de Ouro, que premia os piores filmes do ano, foi entregue neste domingo (1º/4 - Dia da Mentira). Espécie de Oscar às avessas para satirizar o Glamour de Hollywood, colocou a nova comédia de Adam Sandler, Cada um Tem a Gêmea que Merece, como o grande vencedor da noite (ou seria perdedor?). O filme conquistou as 11 categorias as quais foi indicado ao prêmio.

Não à toa, a comédia recebeu os prêmios de Pior Filme, Pior Diretor (Dennis Dugan), Pior Ator e Pior Atriz (ambos para Sandler), Pior Casal na Tela (Sandler e Katie Holmes/ Al Pacino e Sandler e Sandler), Pior Elenco, Pior Roteiro, Pior Ator Coadjuvante (Al Pacino), Pior Atriz Coadjuvante (David Spade), Pior Elenco e Pior Remake ou Cópia Descarada (do filme de Ed Wood Glen ou Glenda).

No filme, Sandler interpreta um pai de família e sua irmã gêmea. O recorde anterior do Framboesa pertencia ao filme Eu Sei Quem me Matou, filme protagonizado por Lindsay Lohan, que ganhou oito estatuetas. A cerimônia do Framboesa de Ouro ocorria tradicionalmente na véspera do Oscar, mas a data mudou este ano para o Dia da Mentira. O prêmio foi criado em 1980 com uma forma de satirizar o glamour de Hollywood.

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28 de fev. de 2012

'O Artista' é o grande vencedor do Oscar 2012

O filme mudo e em preto e branco O Artista levou cinco prêmios, incluindo melhor filme, diretor e ator, e se consagrou na noite da 84ª edição do Oscar. A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorcese, que possuía 11 indicações, levou também cinco estatuetas mas nenhum nas categorias principais. A cerimônia de entrega dos prêmios aconteceu na noite deste domingo (26) no Teatro Kodak, em Hollywood, com apresentação de Billy Crystal. Confira a lista dos premiados:
Melhor Filme - “O Artista”
Melhor Diretor - Michel Hazanavicius, por “O Artista”
Melhor Ator - Jean Dujardin, por “O Artista”
Melhor Atriz - Meryl Streep, por “A Dama de Ferro” 
Melhor Roteiro Original - “Meia-noite em Paris”
Melhor Roteiro Adaptado - “Os Descendentes” 
Melhor Ator Coadjuvante - Christopher Plummer, por “Toda Forma de Amor”
Melhor Atriz Coadjuvante - Octavia Spencer, por “Histórias Cruzadas” 
Melhor fotografia - “A Invenção de Hugo Cabret”
Melhor figurino - “O Artista”
Melhor maquiagem - “A Dama de Ferro”
Melhor montagem - “Millenium - Os Homens que não Amavam as Mulheres”
Melhores efeitos visuais - “ A Invenção de Hugo Cabret ”
Melhor direção de arte - “ A Invenção de Hugo Cabret ”
Melhor mixagem de som - “ A Invenção de Hugo Cabret ”
Melhor edição de som - “ A Invenção de Hugo Cabret ”
Melhor trilha sonora original - “O Artista”
Melhor Filme Extrangeiro - “A Separação”, do Irã.

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28 de fev. de 2011

Vencedores do Oscar 2011

O grande vencedor da 83ª edição do Oscar foi o longa “O Discurso do Rei”, que ganhou quatro prêmios, incluindo melhor filme e diretor. “A Origem” também levou quatro, mas apenas nas categorias mais técnicas. O favorito da noite “A Rede Social” ganhou três. “Toy Store 3″, “Alice no País das Maravilhas” e “O Vencedor” levaram dois prêmios. O documentário “Lixo Extraordinário”, sobre o trabalho do brasileiro Vik Muniz, perdeu o Oscar para “Inside Job”.
A cerimônia de entrega dos prêmios aconteceu na noite deste domingo (27) no Teatro Kodak, em Hollywood, com apresentação dos atores James Franco e Anne Hathaway. Confira a lista:
Melhor Filme - “O Discurso do Rei”
Melhor Diretor - Tom Hooper, por “O Discurso do Rei”
Melhor Ator - Colin Firth, por “O Discurso do Rei”
Melhor Atriz - Natalie Portman, por “Cisne Negro”
Melhor Roteiro Original - “O Discurso do Rei”
Melhor Roteiro Adaptado - “A Rede Social” 
Melhor Ator Coadjuvante - Christian Bale, por “O Vencedor”
Melhor Atriz Coadjuvante - Melissa Leo, por “O Vencedor”
Melhor fotografia - “A origem”
Melhor figurino - “Alice no País das Maravilhas”
Melhor maquiagem - “O Lobisomem”
Melhor montagem - “A Rede Social”
Melhores efeitos visuais - “A Origem”
Melhor direção de arte - “Alice no País das Maravilhas”
Melhor mixagem de som - “A Origem”
Melhor edição de som - “A Origem”
Melhor trilha sonora original - “A Rede Social” – Trent Reznor e Atticus Ross

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12 de set. de 2010

Sofia Coppola vence o Leão de Ouro no Festival de Veneza

Com o filme “Somewhere” (ainda sem tradução para o português), Sofia Coppola levou o maior prêmio no Festival de Veneza deste ano. O evento realizado neste sábado (11) é um dos mais importantes do cinema mundial e a cineasta superou outros 21 concorrentes por unanimidade.
A produção é apenas a quarta da carreira da diretora e apesar de seu talento, a decisão do júri presidido por Quentin Tarantino foi uma surpresa para todos. O longa fala do vazio existencial de um astro de Hollywood, o personagem Johnny Marco, que é interpretado pelo ator Stephen Dorff. Cansado de sua vida sem sentido, Johnny se afasta da realidade e mergulha no álcool, drogas e relacionamentos ocasionais. Assim, a trama mostra todo o luxo dos hotéis de cinco estrelas e Carros esporte de Hollywood e o contraste com a solidão e o vazio do famoso personagem. O cenário escolhido é o grande hotel Chateau Mormont, em Los Angeles.

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3 de jul. de 2010

Férias do blog Drops de Cinema

Quero avisar aos amigos que o blog entra em recesso. Motivo: Viagem à Europa deste que vos fala para um mochilão de 3 meses. Poderia postar de lá, mas sem a mesma dedicação e qualidade, então resolvi parar até o final de setembro, depois retomo os trabalhos aqui.

Há, ainda, a possibilidade de eu agregar outro blog sobre viagens. Se rolar, eu aviso.
Abraço a todos!

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29 de jun. de 2010

Viver a Vida (1962)

Misturando tiroteios de gangster com um estudo documental de uma parisiense que se torna prostituta, "Viver a Vida" é um dos mais complexos filmes de Jean-Luc Godard. A obra revela uma inteligência cinematográfica incrível e um amadurecimento da técnica grandioso em pouco tempo. Um filme de Godard é sempre único.

Godard nunca nos deixa esquecer a artificialidade do que estamos assistindo, transformando o filme em uma poderosa meditação sobre o cinema, o capitalismo e o sexo. É uma obra-prima de criatividade que é tão radical e alucinante hoje como era há cinco décadas. Participou do Festival de Veneza onde venceu o Prêmio Especial do Júri.

Na história, Nana (Anna Karina, então esposa de Godard), depois de deixar o namorado Paul (André Labarthe), é conduzida lentamente rumo a uma vida de trabalho nas ruas. Pimp Raoul (Saddy Rebbot) lhe ensina os truques do negócio, mas quando Nana se apaixona e foge da prostituição, Raoul parte atrás dela.

Testando os limites da linguagem audiovisual, Godard cria cada cena com um floreio, utilizando zooms, travelings e close-ups, de forma inusitada e inesperada que desafia todos os nossos pensamentos sobre o que é cinema. Em uma das cenas mais memoráveis, Nana dança alegremente ao som de uma máquina Jukebox em um salão de jogos. Muitos grandes diretores abordam o assunto de prostitutas, mas quantos ilustram as histórias com os seus próprios cônjuges? 

O cinema de Godard é altamente reconhecível. Seus filmes raramente desenvolvem um estilo determinado, um sistema ou regime. Essencialmente, não há um modo de leitura ou categorização do cinema de Godard. Cada um de seus filmes é um pedaço, uma coleção de momentos isolados, que são tanto dispersivos como contidos.

Através de sua obsessão com a imagem de Nana, "Viver a Vida" é melhor caracterizado pelo close-up do rosto e as múltiplas formas de ter sido fotografada do que pela narrativa, ou qualquer uma das histórias que conta ou perspectivas que ela revela.

Viver a Vida (Vivre sa vie, 1962)
Direção: Jean-Luc Godard
Roteiro: Jean-Luc Godard
Elenco: Anna Karina, Saddy Rebbot, André Labarthe, Monique Messini 

Trailer:

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28 de jun. de 2010

Uma Mulher é Uma Mulher (1961)

Em "Uma Mulher é uma Mulher", segundo longa de Jean-Luc Godard, depois de sua estréia notável em "Acossado", ele retorna à época de sua juventude. É um filme sobre amor e amizade entre jovens e é tão assustadoramente experimental como qualquer outro de Godard, com grandes variações nos níveis de ambiente de áudio, salto nos cortes e legendas explicativas.

Godard passou o filme inteiro brincando com o público em paródia sobre regras cinematográficas contrariando as convenções já estabelecidas. Contudo, o próprio Godard posteriormente julgou como "um filme mudo, sem energia". O filme é brilhante e alegre, mas não para todos.

A trama, como em todos os filmes de Godard, é simples. Angela (Anna Karina) vive com Émile Récamier (Jean-Claude Brialy), em um apartamento miserável e deseja ter um filho, mas ele acha que pode esperar mais um pouco. Angela está sendo paquerada por seu amigo Alfred Lubitsch (Jean-Paul Belmondo), formando assim uma espécie de triângulo amoroso.

Émile e Angela brigam o tempo todo o que a faz procurar Alfred. Émile sai com uma prostituta para tentar esquecer Angela, mas não consegue. Há várias alusões a outros filmes. Em um ponto, Angela explica seu desejo de aparecer em um musical da MGM, estrelado por Gene Kelly e Cyd Charisse e coreografado por Bob Fosse. Alfred pergunta como Jules e Jim? (então sendo filmado por Truffaut), ela responde: Moderato, referindo-se ao seu filme anterior, "Moderato Cantabile".


"Uma Mulher é uma Mulher" foi vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim, incluindo o Prêmio do Júri e o de atriz para Anna Karina. Foi indicado ao Urso de Ouro no mesmo festival, mas não levou. 

Cada filme de Godard é baseado em opostos, assim as dúvidas do crítico e diretor ainda são parte do processo. Cada filme de Godard é auto-indulgente, mas nenhum filme de Godard foi burro, ou leve - todos eles são recheados com imagens, com idéias, com perguntas.

A idéia por trás da obra, disse Godard, era fazer um musical neo-realista. Essas alusões permitem a Godard nos mostrar a vida - literária e cinematográfica. A arte é definida por seu ser diferente da vida. E ele continua a lembrar-nos, porque, enquanto nos lembramos, seremos participantes em seus filmes, e não meros espectadores.

Uma Mulher é Uma Mulher (Une femme est une femme, 1961)
Direção: Jean-Luc Godard
Roteiro: Jean-Luc Godard
Elenco: Anna Karina, Jean-Paul Belmondo, Jean-Claude Brialy
Trailer em francês legendado em inglês:

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27 de jun. de 2010

Amor, Sublime Amor (1961)

Entre os musicais do cinema, "Amor, Sublime Amor" figura entre os cinco maiores, e é sem dúvida o mais popular e premiado. O filme é baseado na história de Romeu e Julieta e virou um espetáculo da Broadway em 1957, ambientado em Nova York nos tempos modernos e com inúmeras canções que se tornaram clássicos musicais: "Maria”, “América”, “I Feel Pretty” e “Tonight”, só para citar alguns. A obra ganhou 10 Oscars, incluindo melhor filme e direção. Este último dividido entre Robert Wise e Jerome Robbins. Wise ficou encarregado de dirigir as partes dramáticas da trama, enquanto Robbins dirigiria os musicais. A história da peça e do filme é bastante simples: duas gangues rivais disputam as ruas do lado oeste de Nova York, por isso o título original é West Side Story.

Os Jets são naturais da cidade e os Sharks são os imigrantes porto-riquenhos, ou seja, os intrusos. Assim, como as coisas estão começando a esquentar, as duas gangues concordam em realizar um duelo para decidir a richa. Em meio a isso, o ex-líder dos Jets, Tony (Richard Beymer), apaixona-se perdidamente por Maria (Natalie Wood), irmã de Bernardo (George Chakiris), líder dos Sharks.

Maria pede ao seu amado que não deixe o duelo acontecer, mas na tentativa de acabar com a briga Tony vê seu melhor amigo, Riff (Russ Tamblyn), ser morto por Bernardo e num acesso de raiva o mata e assim cai em desgraça. Os personagens foram dublados em suas cenas de música com a exceção de Anita (Rita Moreno) com excelente participação e premiada com Oscar de atriz coadjuvante. Se você gosta de musicais, assista.


Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961)
Direção: Robert Wise e Jerome Robbins
Roteiro: Ernest Lehman
Elenco: Richard Beymer, Natalie Wood, George Chakiris, Rita Moreno, Russ Tamblyn, Tucker Smith

Cena inicial:

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Psicose (1960)


Poucos filmes de sua época eram mais diretos e sem remorso em sua violência na tela. Com sua descrição casual do sexo fora do casamento, a morte de um personagem importante na metade do filme, e foco no psicológico do assassino, "Psicose" foi o projeto mais audacioso do diretor Alfred Hitchcock.

Uma obra-prima do mestre do suspense que quebrou as expectativas do público, "Psicose" é certamente o seu mais imitado e talvez o mais influente filme. A trilha sonora é especialmente espetacular dando todo o clima que as cenas pedem e cada personagem tem a sua função executada com perfeição. Um grande thriller com conotações freudianas, e olhar frio na masculinidade e esquizofrenia.

Na trama, a confiável secretária Marion Crane (Janet Leigh) um dia encontra-se incapaz de resistir à tentação e foge com 40 mil dólares de seu chefe que ela deveria ter depositado. Ela sai com seu carro a procura de um lugar para descansar na estrada e até troca de carro para evitar perseguições, já que um policial havia suspeitado de que algo estava errado com a moça.

Ela encontra um hotel pela estrada e resolve passar a noite. O proprietário é Norman Bates (Anthony Perkins), um jovem que reside com sua mãe dominadora na casa ao fundo. Quando a ausência de Marion é notada, sua irmã Lila (Vera Miles) contrata um investigador particular Milton Arbogast (Martin Balsam) para encontrá-la. Mas como demora para dar um retorno, Lila resolve ir acompanhada do namorado da irmã Sam Loomis (John Gavin) até o hotel onde o detetive achou pistas do paradeiro dela.

Marion, não era ingênua. Ela não morreu porque tinha dinheiro em sua bolsa, mas porque estava no lugar errado na hora errada. Depois de estabelecer-se claramente como a protagonista, de fazer você se preocupar com ela, foi então que na metade do filme acontece a famosa cena do chuveiro que entrou na consciência coletiva como uma das mortes mais clássicas da história do cinema.

Marion grita com sua vida caindo pelo ralo, com os olhos arregalados de horror. Quando Marion é morta à facadas, o assassino estava cortando também tudo que tinha sido feito no cinema, cada clichê do que deveria acontecer em um filme. O cinema nunca mais seria o mesmo. E por falar nisso, nem o banho seria.

Psicose (Psycho, 1960)
Direção: Alfred Hitchcock
Roteiro: Joseph Stefano
Elenco: Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles, Martin Balsam, John Gavin

Trailer em inglês:

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