22 de mai de 2010

Janela Indiscreta (1954)

Pense em um filme que se passe todo dentro de um apartamento e mesmo assim tenha elementos de suspense, drama e mistério. Pois é, Alfred Hitchcock consegue isso com "Janela Indiscreta" utilizando-se de técnicas cinematográficas aprimoradas. Através do personagem principal Jeff (James Stewart), Hitchcock nos coloca como voyeurs bisbilhotando a vizinhança e realmente fazendo parte da história.

Jeff é fotógrafo de uma revista e está de molho em casa com uma perna engessada, mas sua noiva Lisa Carol Fremont (Grace Kelly) o visita com frequência. Nesse momento de tédio, ele utiliza sua câmera fotográfica como binóculo, e assim, passa a observar seus vizinhos.


Mas o que nem ele esperava era perceber que uma mulher teria supostamente sido morta pelo marido. Ele não vê o crime mas tem fortes indícios para reforçar sua tese e busca alguma prova com a ajuda da noiva e de um amigo investigador Thomas Doyle (Wendell Corey). Porém, ninguém acredita muito na história de Jeff até que algumas coisas começam a fazer sentido e o suspense aumenta.

O filme recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo melhor diretor, mas não levou nenhuma estatueta. O roteiro foi baseado em conto de Cornell Woolrich, publicado originalmente em 1942, e refilmado em 1998 tendo como protagonistas Christopher Reeve e Daryl Hannah.


Janela Indiscreta (Rear Window, 1954)
Direção: Alfred Hitchcock
Roteiro: John Michael Hyes
Elenco: James Stewart, Grace Kelly, Raymond Burr, Thelma Riter, Wendell Corey

4 Comentários:

Hugo disse...

É um dos clássicos mais imitados da história do cinema.

Hitch em sua melhor forma.

Abraço

Vulgo Dudu disse...

Só clássicos por aqui, hein? Gostei! O meu favorito do mestre do suspense tá resenhado lá embaixo, Festim Diabólico. Mas até os filmes mais simples dele, como O terceiro tiro, são adoráveis.

Abs!

Bubly disse...

Gostei, hein! Fiquei até com vontade de ver *-*

Surfista disse...

Filmaço!

Na filmografia do Alfred, acho que só perde para "Vertigo" e "Psicose" - o que não é demérito nenhum.

Aliás, obrigado pela visita e pelo elogio! Vamo que vamo!

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